Sejam Bem Vindos!!!

Queridos Amigos estou postando alguns textos, projetos e atividades que vivencio em sala de aula, espero que possa estar contribuindo. Beijos!!!

terça-feira, 20 de abril de 2010

RELÁTORIO DE ESTÁGIO DE OBSERVAÇÃO - Anos iniciais 1º ao 5º Ano


ESTÁGIO DE OBSERVAÇÃO
Escola: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Diretora: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Coordenadora Pedagógica: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Professora: xxxxxxxxxxxxxxxxxx
Acadêmica: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Disciplinas: Português, Matemática, Ciências, História e Geografia
Turma: 1º Ano
Data: 01/03/2010 a 05/03/2010
Carga Horária: 10h

Língua Portuguesa – 2h
Gramática – Formação de Palavras
Na aula de hoje a professora trouxe um boliche diferente, feito com garrafas pets. Nas garrafas de dois litros colou sílabas das quais os alunos já haviam estudado. O desafio da brincadeira é formar a palavra que a professora ditou, derrubando as sílabas corretas. Assim diz Paulo freire (2001) “... alfabetizar-se é, antes de tudo, aprender a ler o mundo, compreender o seu contexto, não numa manipulação mecânica de palavras, mas numa relação dinâmica que vincula linguagem e realidade”.
Partindo deste princípio a aula então foi muito divertida e os alunos tiveram muito interesse em formar corretamente, os que estavam de fora ajudavam o colega que tinha dúvida. Ao final da brincadeira a professora escreveu no quadro todas as palavras que eles formaram no jogo e eles copiaram no caderno.

Matemática – 2h
Sistema de Numeração Decimal – Resolvendo operações de adição
Os alunos foram agrupados em dupla e a professora distribuiu peças do Material Dourado para que utilizassem como recurso de contagem. Entregou para eles uma folha xerocada com atividades que envolvia adição: contar objetos, agrupar, completar. Durante esse processo a professora passava de dupla em dupla dando orientações e tirando dúvidas. Para finalizar cada criança foi ao quadro para fazer a correção, sempre com a ajuda da professora.

Ciências – 2h
Os bons hábitos alimentares
            Toda criança precisa ter bons hábitos alimentares. Comer bem não é comer muito. A boa alimentação deve ser uma mistura de alimentos saudáveis e variados. Alguns alimentos deixam os ossos fortes, outros dão energia e outros fornecem vitaminas.
            Partindo disso, a professora explicou a função de cada grupo de alimentos e explorou bem a pirâmide alimentar que constava no livro. Depois dessa etapa a professora pede para eles desenharem no desenho do prato vazio do livro alimentos que formam uma alimentação saudável, em seguida em meio a vários alimentos, os alunos deverão fazer a correspondência das imagens de alunos para os alimentos saudáveis. Finaliza a aula pedindo para que os alunos desenharem numa folha em branco no livro os alimentos de que mais gostam. 

História – 2h
Coisas de que você gosta
            O início da aula se dá através da leitura de um poema intitulado “Infância” de Mary Marques, o qual cita diversas brincadeiras que crianças gostam.
Ao ingressarem na escola, as crianças passam a diversificar os seus convívios, ultrapassando as relações de âmbito familiar e interagindo, também, com outro grupo social — estudantes, educadores e outros profissionais —, caracterizados pela diversidade, e, ao mesmo tempo, por relações entre iguais. (PCN. Hist. e Geo. p. 40)
Dando seqüência à aula a professora colocou os alunos em roda para conversarem sobre o assunto. Cada aluno fala das brincadeiras que mais gostam com quem brinca e onde. Depois no livro aparece a imagem de uma televisão a qual os alunos terão que desenhar na tela o desenho animado que mais gosta, logo após em meio a diversas imagens de brinquedos eles circularam os que mais agradavam

Geografia – 2h
Os cômodos da casa
A professora trouxe para sala uma casa de boneca onde os alunos tiveram a oportunidade de ver concretamente as partes que formam uma casa, ou seja, os cômodos da casa e suas funções. Todos estavam em roda e puderam manusear a casa e verificar os cômodos. Em seguida realizaram atividades do livro que consistia em identificar escrevendo todos os cômodos da imagem da casa mostrada no livro. Finalizou a aula pedindo para que desenhassem sua casa mostrando os cômodos, depois colou no mural.

ESTÁGIO DE OBSERVAÇÃO
Escola: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Diretora: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Coordenadora Pedagógica: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Professora: xxxxxxxxxxxxxxxxxx
Acadêmica: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Disciplinas: Português, Matemática, Ciências, História e Geografia
Turma: 2º Ano
Data: 08/03/2010 a 12/03/2010
Carga Horária: 10h

Língua Portuguesa – 2h
Leitura e interpretação – Que Medo!
            Utilizando o livro didático a professora pede para os alunos fazerem a leitura silenciosa do texto “Que Medo”, depois ela pede para que eles acompanhe  a leitura feita por ela. Em seguida fizeram a interpretação do texto no livro. A interpretação tinha atividades variadas: de completar, marcar x, pintar, ligar e perguntas de cunho pessoal. Durante a atividade a professora passava de carteira em carteira tirando as dúvidas e corrigindo.

Matemática – 2h
Sistema de Numeração DecimalNunca é dez
Utilizando o Material Dourado para fazer a crianças compreenderem a adição com reserva a professora propôs um jogo para facilitar o entendimento dos alunos. Neste enfoque, PIAGET apud HATINGER (2005, p. 84), ilustra muito bem o caráter abrangente e imaginativo do jogo, onde fala que :
...Quando a criança brinca, assimila o mundo à sua maneira, sem compromisso com a realidade, pois sua interação com o objeto não depende da natureza do objeto, mas da função que a criança lhe atribui.
Nas brincadeiras e nos jogos, a criança fica tão envolvida com o que está fazendo, que coloca na ação seu sentimento e emoção. O jogo, além de ser um elo integrador entre os aspectos motores, cognitivos, afetivos, sociais, enriquece muito a criatividade da criança, nutrindo a alma. Ajuda também no deixar de receber tudo pronto e começa a construir seu próprio universo, mesmo muitas vezes um universo de sonhos, mas é fundamental para essa etapa da vida.

Jogo de matemática: NUNCA DEZ
Materiais necessários: Material Dourado
Regras do jogo: o aluno nunca poderá ter dez unidades de cada elemento. Cada ponto do dado equivale a uma unidade. Jogando os dois dados, podemos obter resultados de 1 a 12 pontos. Como a regra é nunca dez, para dez unidades, substitui-se por uma barra (que corresponde a dezena).
Ex. Ao jogar os dados o aluno obteve 5 e 5. Somando os pontos, obtém-se 10 unidades, que será substituída por uma barra. Caso obtenha 6 e 5, por exemplo, têm-se 11 unidade e como a regra é nunca dez, substitui-se 10 unidades por uma barra, ficando com uma barra e uma unidade (11 pontos). Para resultados inferiores a 10, cada aluno vai acumulando as unidades até chegar a dez para então poder substituir. Quem chegar em 10 barras, primeiro trocará por uma centena, que correspondem a 100 balas ou 10 barras e será o vencedor.
As crianças adoraram a brincadeira e puderam  compreender como acontece a reserva do número durante a adição.

Ciências – 2h
Identificando o próprio corpo.
            Você é um ser que tem vida. Você tem um corpo. Seu corpo é formado por três partes: cabeças, tronco e membros.
            Os alunos observam a explicação da professora, que pega um aluno para demonstração. Em seguida fazem atividades do livro. Devem pintar o corpo do menino ou da menina dependendo do sexo do aluno e fazer as seguintes observações: Desenhar um chapéu na cabeça, pintar os membros e marcar um X no tronco. Depois identificar as imagens que demonstram atividades com os membros. Ao final eles recortam um esqueleto que tem no encarte do livro para montarem e descobrir brincando como é que o esqueleto nos ajuda nos movimentos que fazemos.

História – 2h
Identidade – Você é um ser importante
            Você é uma criança... Mas as crianças não são todas iguais: cada uma tem seu próprio nome, seu jeito de ser... a sua história. Vamos conhecer um pouquinho de você?
            Após essa fala a professora coloca os alunos em roda e faz perguntas a respeito de cada uma. Em seguida entrega uma ficha de identificação para que possam preencher com seus dados pessoais, como: Nome, idade, data de nascimento, altura, peso, nome do pai e da mãe. Como algumas respostas eles não sabem como peso e altura, a professora levou para sala uma balança e uma fita métrica, para pesar e medir cada um. Nesta atividade eu ajudei, enquanto ela media, eu pesava as crianças. Finalizou com a impressão digital. Eles colocaram o dedinho na almofada e depois colocou na ficha de identificação.

Geografia – 2h
Escola – O grupo da sala de aula
Você, sua professora e seus colegas formam o grupo da sala de aula. No seu grupo de colegas, existem meninos e meninas. De acordo com a necessidade, este grupo modifica o espaço da sala de aula. A professora pede para que observem a sala de aula e verifica como eles estão organizados. Em seguida pedem para observar no livro as várias formas de se organizar a sala de aula: em fileira, em semicírculo, em dupla ou em grupo. Para pensar o espaço é necessário aprender a ler o espaço, “que significa criar condições para que a criança leia o espaço vivido” (Castelar, 2000, p. 30).
Agora terão que recortar alguns objetos que formam uma sala de aula e montar numa folha própria para isso. Recortou porta, mesa, quadro, armário, janela, apagador, mesa, carteiras, ventiladores, latas de lixo e montaram a sala de aula como preferiram. Depois fizeram um gráfico utilizando papel quadriculado, mostrando a quantidade de meninas e meninos da sala de aula.

ESTÁGIO DE OBSERVAÇÃO
Escola: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Diretora: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Coordenadora Pedagógica: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Professora: xxxxxxxxxxxxxxxxxx
Acadêmica: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Disciplinas: Português, Matemática, Ciências, História e Geografia
Turma: 3º Ano
Data: 15/03/2010 a 19/03/2010
Carga Horária: 10h

Língua Portuguesa – 2h
Produção de texto - Reescrita com personagem-narrador
Dando seqüência ao trabalho que a professora iniciou no começo do ano, sobre reescrita de texto com narrador personagem.  Hoje ele trouxe o conto “Chapeuzinho Vermelho”. Ela leu para os alunos e explicou a diferença de uma história contada por outra pessoa e uma contada pelo próprio personagem.
Reescreveram coletivamente o conto em 1ª pessoa, sempre explicando a diferença para os alunos. No final cada aluno copiou no caderno.
Hoje já se sabe que aprender a escrever envolve dois processos paralelos: compreender a natureza do sistema de escrita da língua — os aspectos notacionais — e o funcionamento da linguagem que se usa para escrever
— os aspectos discursivos; que é possível saber produzir textos sem saber grafá-los e é possível grafar sem saber produzir; que o domínio da linguagem escrita se adquire muito mais pela leitura do que pela própria escrita; que não se aprende a ortografia antes de se compreender o sistema alfabético de escrita; e a escrita não é o espelho da fala. (PCN, 1997)


Matemática – 2h
Sistema de Numeração decimal - Qual é o número mais próximo de...
Para esta aula a professora utilizará cartela com numerais de 0 a 9. Depois dividiu a classe em grupos de três. Então distribuiu três cartões para cada trio de alunos, mas não deixou que eles vissem os algarismos que estão escritos no papel.
Escolheu um número e o anotou no quadro-negro, depois pediu que os alunos virassem os cartões e montassem o número mais próximo. Jogaram algumas partidas sempre diferenciando os números. A cada rodada, a turma precisa identificar: qual grupo chegou mais perto? Como cada um pensou? Todos formaram os números mais próximos possíveis?
Em certos momentos, as crianças usaram a sobre contagem para medir as distâncias entre os números. Em outros, a subtração. Pedia sempre que os grupos explicassem como chegaram à resposta e anotou os procedimentos no quadro. Os alunos deveria decidir qual é o mais eficaz.

Ciências – 2h
Vegetais – Partes de uma planta
Dando continuidade ao conteúdo sobre vegetais, hoje a professora ensinará as partes das plantas, ou seja, raiz, caule e folha. Observando a imagem de diferentes tipos de árvores a professora questiona o que tem em comum e diferenças entre elas, com o objetivo de perceber a diferença do caule, da folhas, etc. Exploraram também as imagens de grãos, frutos, raiz, caule e flor e folha, que fazem parte de nossa alimentação. Depois fizeram atividade classificando alguns de nossos alimentos em: caule, semente, fruto, folha, flor. Após essa atividade leram um texto falando sobre as partes da planta e verificou que existem diferentes tipos de raiz, caules, folhas, flores e frutos.

História – 2h
Tempo e História - Como conhecemos nossa história
A professora inicia aula pedindo para os alunos observarem várias imagens, como: chocalho, certidão de nascimento, roupa de bebê. Ela questiona aos alunos: O que essas imagens têm a ver com o conteúdo da aula? Fazendo com que as crianças levantem hipótese sobre a nossa história e que à conhecemos através de documentos escritos, material e oralidade. A professora leu com eles um texto informando o que são fontes históricas e quais são elas. Depois realizaram atividade escrita referente ao assunto. Nessa perspectiva os PCNS afirmam que “a identificação das especificidades das linguagens dos documentos — textos escritos, desenhos, filmes —, das suas simbologias e das formas de construções dessas mensagens”. (PCN. Vol.5.1. p.39. 1997)

Geografia – 2h
Escola – Conhecendo minha escola
Com as orientações da professora os alunos analisam a foto de uma escola em diferentes ângulos, além de verificar também a planta baixa dessa escola. A professora pede para observar tudo, o espaço, a construção, o pátio, as pessoas, as árvores, enfim tudo o que apresenta na imagem. Na sequência realizam atividades referentes às imagens.
Sem dúvida, partindo do lugar, considerando a realidade concreta do espaço vivido. É no cotidiano da própria vivência que as coisas vão acontecendo e, assim, configurando o espaço, dando feição ao lugar. Um lugar que “não é apenas um quadro de vida, mas um espaço vivido, isto é, de experiência sempre renovada, o que permite, ao mesmo tempo, a reavaliação das heranças
e a indagação sobre o presente e o futuro. A existência naquele espaço exerce um papel revelador sobre o mundo. (Santos, 2000, p. 114).
Após essa analise os alunos juntamente com a professora deram uma volta na escola verificando cada ambiente. Ao voltar para sala ela pediu para os alunos desenhassem a escola utilizando o máximo de elementos possíveis.

ESTÁGIO DE OBSERVAÇÃO
Escola: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Diretora: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Coordenadora Pedagógica: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Professora: xxxxxxxxxxxxxxxxxx
Acadêmica: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Disciplinas: Português, Matemática, Ciências, História e Geografia
Turma: 4º Ano
Data: 22/03/2010 a 26/03/2010
Carga Horária: 10h

Língua Portuguesa – 2h
Escuta e produção oral – Poemas
         A professora está trabalhando com os poemas de Manoel Bandeira. As crianças receberam folhas xerocadas com esses poemas.
Perguntou aos alunos se eles já viram alguém recitando poesias. O que uma pessoa precisa fazer para tornar esse texto bonito de ouvir? Refletiu sobre essa questão distribuindo cópias das poesias de Manuel Bandeira e tocando o CD que vem com o livro. Deixou a turma ouvir algumas vezes, levantando idéias sobre os recursos da leitura. Registrou as mais pertinentes em um cartaz, que serviu como material de consulta para o restante do trabalho. Os parâmetros curriculares nacionais (PCN,1997) enfatizam que devemos formar “leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos, a extensão e a profundidade das construções literárias”.
Avisou aos alunos que iria ler alguns poemas e para prestarem atenção na interpretação. Depois organizou as crianças em grupos de quatro alunos e entregue cópias de uma das poesias escolhidas. Explicou que, enquanto um aluno lê a poesia para o seu grupo, os outros observam se a leitura segue as observações registradas no cartaz. Ao fim, o grupo discutiu o que cada um deve melhorar para tornar a leitura mais envolvente.

Matemática – 2h
Multiplicação
A professora trabalhou de forma lúdica a multiplicação, pois avisou aos alunos que iria jogar um bingo, só que da multiplicação. Ela distribuiu as cartelas para os alunos e um pouquinho de feijão para marcarem as respostas. A diferença desse bingo é que em vez de dizer o número da bola sorteada a professora pergunta a multiplicação que dará àquele resultado. Ganha quem marcar tudo primeiro e as respostas corretas. Depois do bingo os alunos realizaram algumas operações envolvendo a multiplicação. “O jogo é para a criança um fim em si mesmo,ele deve ser para nós um meio de educar, de onde seu nome jogo educativo que toma cada vez mais lugar na linguagem da pedagogia maternal” (Girard, 1908, p 199).

Ciências – 2h
Hábitos Saudáveis - Parasitas externos e hospedeiros
A professora iniciou a aula lançando questões para os alunos. Vocês conhecem alguns animais parasitas? Por que eles podem ser classificados assim? Qual a razão desse nome?  Questione que tipo de animais é esses e o que eles provocam no homem. Para responder às dúvidas da turma, entregou aos alunos revistas, panfletos, folders informativos sobre o parasitismo. 
Após essa pesquisa os alunos sentaram em roda para mais um bate-papo com base nos resultados das pesquisas. Questionou com eles o que foi encontrado sobre parasitas. Todas as informações ditas pelos alunos foram escritas no quadro pela professora.
Tomando como base essas informações, enfatizou que piolhos, pulgas e carrapatos têm em comum, as diferenças entre eles, os hábitos alimentares e os locais em que vivem. Pediu a eles para descrevem o corpo dos animais.  Após todo esse estudo a professora mostrou no retroprojetor imagens desses animais ampliados, para ver com detalhes suas características.

História – 2h
O tempo e o lugar na história
Com a ajuda da professora os alunos fizeram comparações de fatos ocorridos na história familiar em diferentes períodos de tempo. Eles levantaram hipóteses sobre os fatos históricos para os quais não existe documentação. Portanto:
...cabe ao professor criar situações instigantes para que os alunos comparem as informações contidas em diferentes fontes bibliográficas e documentais, expressem as suas próprias compreensões e opiniões sobre os assuntos e investiguem outras possibilidades de explicação para os acontecimentos estudados. (PCN, 1997)
Nesse sentido a professora leu a “Nova Carta de Caminha” de Moacir Scliar e a verdadeira carta escrita por Pero Vaz de Caminha. Fizeram comparação entre os dois textos oralmente e finalizaram realizando atividades referentes ao assunto.

Geografia – 2h
Tempo e Clima - Os tipos de clima e vegetação no Brasil
Utilizando o mapa político brasileiro e Imagens representativas do clima e da vegetação no Brasil, a professora localiza junto com os alunos o tipo de clima existente no estado onde moram e conversam sobre suas principais características (por exemplo: médias de temperatura, alterações climáticas ao longo do ano, presença de chuvas e geadas). Explicou também quais são as características do clima nas outras regiões do País. Enquanto isso anotou os tópicos discutidos na lousa. Em seguida, desenvolveu o mesmo processo com o mapa de vegetação, ressaltando a interdependência entre a vegetação e o clima. Alguns aspectos abordados foram: a vegetação é rasteira ou tem muitas árvores? Quais são as características das espécies vegetais? Elas secam ou florescem em determinada época do ano? Para ilustrar, mostrou imagens de livros, revistas, jornais e sites, que representem esses fenômenos. Ao final da discussão, os alunos representaram o que entenderam em um desenho com o tema A vegetação e o clima no estado onde moro.

ESTÁGIO DE OBSERVAÇÃO
Escola: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Diretora: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Coordenadora Pedagógica: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Professora: xxxxxxxxxxxxxxxxxx
Acadêmica: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Disciplinas: Português, Matemática, Ciências, História e Geografia
Turma: 5º Ano
Data: 05/04/2010 a 09/04/2010
Carga Horária: 10h

Língua Portuguesa – 2h
Gramática - Estudando a paragrafação de verbetes enciclopédicos
O processo de textualização requer a mobilização de conhecimentos de diversas naturezas: os discursivos (ajuste do texto às características do contexto de produção — leitor, finalidades, portador, lugar de circulação, por exemplo); pragmáticas (ajuste do texto às características do evento de comunicação, como um seminário, sarau, mesa-redonda, leitura dramática, entre outros); textuais (relativos à coesão e coerência do texto, envolvendo também a paragrafação, e a pontuação); gramaticais (conhecimentos de morfologia, sintaxe, semântica, ortografia, estilística...) e notacionais (compreensão do sistema de escrita).
Evidentemente, esses conhecimentos são mobilizados concomitantemente no processo de produção de um texto; no entanto, no processo de ensino, é preciso tomar cada um deles em suas especificidades e tematizar junto aos alunos, de acordo com que for necessário aprender.
A paragrafação, como um desses conteúdos, precisa ser tematizada para poder ser aprendida. Mas isso precisa acontecer de maneira a oferecer aos alunos informações que possibilitem a eles a tomada de decisão a respeito da organização interna de um texto. Essas informações referem-se, por exemplo, aos critérios que são adotados, ao longo do texto, para separar e seqüenciar as informações. Esses critérios, por um lado, relacionam-se com as características do gênero; e, por outro, com as marcas de estilo pessoal do autor.
Em um verbete enciclopédico, por exemplo, por este ser organizado no eixo do expor, e por ter a finalidade de apresentar as características de um dado objeto (país, animal, invento, por exemplo), é possível agrupar tipos de características em diferentes parágrafos. Já uma fábula, por ser organizada no eixo do narrar, provavelmente terá uma organização relacionada mais às diferentes ações seqüenciadas no tempo e às características típicas de estruturação de uma narrativa (apresentação de cenário, situação inicial, complicação, resolução e desfecho). Um ensaio, diferentemente dos gêneros anteriores, costuma ter seus parágrafos organizados de modo a considerar a necessidade de apresentação da questão que busca responder, e à seqüencia de argumentos e contra-argumentos a serem apresentados na defesa de determinada posição. Uma notícia organiza-se internamente em um eixo de relevância, sendo suas informações agrupadas de acordo com esse critério: o que é mais relevante apresentar primeiro ao leitor para que ele queira continuar lendo.
Nesta atividade, buscar-se-á trabalhar com os possíveis critérios a serem utilizados na organização de um verbete enciclopédico.
A professora trabalhou conforme planejamento abaixo.

a) Selecionou dois verbetes de enciclopédia para serem utilizados como referência.
b) Escreveu o primeiro em uma folha de papel pardo;
Exemplo:
GIRAFA
Nome científico: Giraffa camelopardalis
As girafas podem ser encontradas em todo o território do Centro e do Sul do continente africano. Gosta de viver nas estepes e savanas, em amplos espaços, onde pode usar a sua maior arma, a velocidade.
Para se defender só pode dar coices que, apesar de serem mortais se acertarem em alguém ou algum animal, são difíceis de aplicar quando corre em debandada. O fato de ter de se agachar para conseguir beber água, faz com que a girafa seja extremamente vulnerável nessa altura e então os seus predadores, os leões, não perdem a oportunidade. Por esse motivo, as girafas vivem em grupos familiares que podem ter até 10 elementos e, destes, um dos adultos está sempre alerta enquanto os outros descansam, bebem água ou se alimentam, e estes animais têm um olfato e visão dignos do seu tamanho!
Os longos pescoços e patas das girafas permitem que estes herbívoros comam só as folhas das copas das árvores, que são inacessíveis para outros animais, podendo aí escolher as folhas mais verdes e tenras.
Uma girafa adulta pode medir 4,0 m de comprimento, 6,0 m de altura e pesar cerca de 1200 kg. Nas girafas, o macho é significativamente maior e mais robusto que as fêmeas, sendo por isso relativamente fácil distingui-los.
O tempo de gestação das girafas ronda os 420 dias, nascendo posteriormente uma única cria, que é amamentada pela mãe. Ao resto do grupo cabe o papel de proteger a cria dos predadores, e as pequenas girafas têm alguns, entre eles o leão, a chita, a hiena e os cães selvagens africanos.
c) Apresente o texto aos alunos e, depois, leia-o com eles, estudando seus sentidos.
d) Em seguida, solicite dos alunos que indiquem o tipo de informação apresentada em cada parágrafo. Por exemplo:
parágrafo tipo de informação
1º Nome científico.
2º Onde as girafas vivem.
3º Estratégias de sobrevivência.
4º Alimentação.
5º Tamanho e peso.
6º Procriação.
e) Tematizou a organização, retomando a finalidade de um verbete e relacionando os critérios encontrados à essa finalidade.

f) Depois disso, pediu para reescrever o mesmo texto, agora com uma organização de parágrafos seguindo outros critérios. Por exemplo:

GIRAFA
Nome científico: Giraffa camelopardalis
As girafas podem ser encontradas em todo o território do Centro e do Sul do continente africano. Gosta de viver nas estepes e savanas, em amplos espaços, onde pode usar a sua maior arma, a velocidade.
Para se defender só pode dar coices que, apesar de serem mortais se acertarem em alguém ou algum animal, são difíceis de aplicar quando corre em debandada.
O fato de ter de se agachar para conseguir beber água, faz com que a girafa seja extremamente vulnerável nessa altura e então os seus predadores, os leões, não perdem a oportunidade.
Por esse motivo, as girafas vivem em grupos familiares que podem ter até 10 elementos e, destes, um dos adultos está sempre alerta enquanto os outros descansam, bebem água ou se alimentam, e estes animais têm um olfato e visão dignos do seu tamanho!
Os longos pescoços e patas das girafas permitem que estes herbívoros comam só as folhas das copas das árvores, que são inacessíveis para outros animais, podendo aí escolher as folhas mais verdes e tenras.
Uma girafa adulta pode medir 4,0 m de comprimento, 6,0 m de altura e pesar cerca de 1200 kg.
Nas girafas, o macho é significativamente maior e mais robusto que as fêmeas, sendo por isso relativamente fácil distingui-los.
O tempo de gestação das girafas ronda os 420 dias, nascendo posteriormente uma única cria, que é amamentada pela mãe.
Ao resto do grupo cabe o papel de proteger a cria dos predadores, e as pequenas girafas têm alguns, entre eles o leão, a chita, a hiena e os cães selvagens africanos.

g) Solicitou que os alunos re-analisem o tipo de informação que cada parágrafo contém. Por exemplo:
1º Nome científico.
2º Onde as girafas vivem.
3º Recursos de defesa.
4º Fragilidades.
5º Estratégias de sobrevivência.
6º Alimentação.
7º Tamanho e peso.
8º Características do macho.
9º Gestação.
10º Cuidado com as crias.
h) Mais uma vez, tematize a organização do texto, retomando a finalidade de um verbete, relacionando os critérios encontrados à essa finalidade, e analisando a coerência entre os critérios e a finalidade.
i) Levante, com eles, a diferença entre os dois modos de paragrafar, salientando que um deles agrupa características segundo um critério que agrupa mais informações de naturezas semelhantes, enquanto que outro separa cada um dos tipos de informação, sem preocupações em agrupá-las.
j) Constate, com eles, as diferentes possibilidades de organização de um verbete enciclopédico, desde que respeitada a coerência de critérios.
k) Apresente, agora, um novo verbete enciclopédico, sem paragrafação alguma, e solicite a eles que o leiam e estudem, em duplas. Antes de apresentar, contextualizem o verbete que será lido.

Matemática – 2h
Operações com Números naturais - Complete o texto com números
As pesquisas no campo da Didática da Matemática, iniciadas nas décadas de 1970 e 1980, sobretudo na França, estão mudando o ensino da disciplina. Graças às descobertas teóricas de especialistas como Gérard Vergnaud e Guy Brousseau, hoje é possível ensinar de forma que as crianças vejam sentido na aprendizagem matemática e possam reutilizar os conhecimentos adquiridos a cada novo problema proposto. O papel do professor nesse processo é fazer as devidas intervenções, no sentido de que ele e seus alunos busquem juntos a solução de uma situação que, a princípio, não está no enunciado do problema. O aluno deve contribuir com seus conhecimentos prévios (vivências cotidianas) e o professor deverá ajudá-lo com seus conhecimentos, sempre observando os objetivos que almeja atingir com aquela situação proposta. Sob tais considerações, afirma Nuñez (2004 p. 148), “como características da situação-problema, consideramos a necessidade de representar algo novo na atividade intelectual do estudante e a possibilidade de motivar a atividade deste na tarefa de busca e construção do conhecimento”. Nessa perspectiva, são priorizadas estratégias nas quais os alunos confrontam seu raciocínio com o dos colegas nas discussões em grupo, justificam suas escolhas e registram suas próprias hipóteses, buscando resolver situações-problema com mais autonomia.
A professora utilizou como recurso o texto abaixo.
Na ___ se­ma­na de ­abril, nu­ma ___ fei­ra, cer­ca de ___ pessoas par­ti­ci­pa­ram da reu­nião da As­so­cia­ção de ­Pais e Mes­tres da escola. No en­con­tro, ___ as­sun­tos fo­ram discuti­dos. Os pre­sen­tes co­me­ram ___ sal­ga­di­nhos no to­tal e con­su­mi­ram ___ gar­ra­fas de re­fri­ge­ran­te de ___ li­tros cada. O pon­to prin­ci­pal da reu­nião foi a or­ga­ni­za­ção da Fes­ta Ju­ni­na. Foi de­ci­di­do que o even­to se­ria rea­li­za­do no dia ___ de ju­nho, ou se­ja, cer­ca de ___ ­dias de­pois do iní­cio das au­las e ___ ­dias an­tes do iní­cio das fé­rias de ju­lho. Es­ti­ma-se que ___ pes­soas com­pa­re­cerão à fes­ta, bem ­mais do que os ___ do ano pas­sa­do. Pa­ra ­elas, ha­ve­rá ___ bar­ra­cas de jo­gos e ___ bar­ra­cas de co­mes e be­bes. O pon­to al­to vai ser a qua­dri­lha, com ___ alu­nos par­ti­ci­pan­tes.
Ela fez copia desse texto e distribuiu para os alunos preencherem as lacunas em duplas. O importante não foi o número escolhido, mas como eles justificaram a opção e a relação que fizeram com os outros faltantes.  Todas as estratégias foram registradas no quadro e debatidas pelos alunos e professora.

Ciências – 2h
Condições de equilíbrio
A noção de equilíbrio começa muito cedo a fazer parte do repertório cultural de uma criança. Desde os primeiros anos, ela brinca com gangorras em parques ou tenta equilibrar objetos na cabeça ou na ponta do dedo, como livros, lápis ou uma régua. Entretanto, essa noção intuitiva dá conta apenas de uma das condições de equilíbrio: a necessidade de haver igual distribuição de massa em volta de um ponto de apoio. Nesta atividade, vamos ampliar um pouco esse conhecimento apresentando duas outras condições.
A primeira delas diz respeito à posição da maior parte da massa do sistema. Para ficar em equilíbrio, o centro de massa de um sistema precisa estar numa posição abaixo de seu ponto de apoio. A Física chama de centro de massa o ponto imaginário em torno do qual a massa do sistema estaria igualmente distribuída. Se explicarmos com essas palavras, crianças nessa faixa etária pouco vão entender. Por isso, sugiro aqui um certo abandono do rigor científico a favor da compreensão do fenômeno. No lugar de “centro de massa” vamos usar “a parte mais pesada”. Sendo assim: “Para que um sistema fique em equilíbrio, a parte mais pesada dele precisa estar abaixo do ponto de seu equilíbrio”.
Vejamos um exemplo. É dificílimo atravessar um rio andando sobre uma corda. A tarefa certamente ficará mais fácil se, em vez de andar sobre ela, você se pendurar, apoiando-se pelas mãos. Explica-se: sobre a corda, sua “parte mais pesada” está concentrada acima do ponto de apoio (os pés). Ao se pendurar, o equilíbrio se estabelece porque seu corpo está abaixo do ponto de equilíbrio (as mãos).
A segunda condição diz respeito à distribuição de massa do sistema em relação às distâncias ao ponto de apoio. Como um adulto brinca com uma criança em uma gangorra? A criança, em geral mais leve, se senta na extremidade do brinquedo. O adulto, para não fazê-la voar pelos ares, procura sentar-se mais próximo do ponto de apoio. É como se a maior distância em relação ao ponto de apoio “aumentasse o peso” da criança, compensando o do adulto. Ou seja, o velho e conhecido princípio da alavanca: quanto mais longe do ponto de apoio exerço um esforço, mais se multiplica o resultado deste esforço.
Uma observação importante diz respeito ao que estamos chamando de massa e peso. Mais uma vez sugiro afrouxar o rigor científico para facilitar a compreensão. Se estivéssemos trabalhando em classes do Ensino Médio o correto seria dizer “massa”. Para alunos do Fundamental, podemos falar em “peso”, noção mais acessível às crianças. Nesse momento, usar essa nomenclatura não acarretará prejuízo na formação da cultura científica dos pequenos.
Esta seqüência didática explora o conceito de equilíbrio por meio da construção de dois brinquedos científicos: um móbile e um modelo de bicicleta equilibrista.
A turma junto com a professora assistiu a um vídeo que retratou uma pessoa andando de bicicleta sobre um cabo de aço e malabaristas de circo andando sobre cordas. Ressaltou aos alunos que essas são atividades de risco e, por isso, requerem habilidades adquiridas ao longo de anos de treinamento. Depois do vídeo socializaram as informações.
História – 2h
Org. Políticas e Administrações Urbanas - A origem da nossa cidade
A aula foi iniciada com a professora mostrando aos alunos o mapa político do Brasil para que eles conheçam os estados que compõem nosso país. Todos eles manusearam o mapa e localizou o estado onde moram.
A seguir, mostrou o mapa político do Mato grosso, dividido em municípios, e perguntou às crianças como elas acham que surgiram as cidades e como foram divididas daquela forma. Anotou as respostas em uma cartolina. “É importante que os alunos dimensionem as relações sociais, econômicas, políticas e culturais que vivenciam, enriquecendo seu repertório histórico com informações de outras localidades para que possam compreender que seu espaço circundante estabelece diferentes relações locais, regionais, nacionais e mundiais.” (PCN. 1997)
Organizou os alunos em grupo de quatro e entregou em cada grupo fotos de vilas e povoados no período Medieval, mostrou também o papel das casas de câmara e cadeia e o pelourinho, o surgimento das vilas e, posteriormente, das cidades.  Todas as hipóteses levantadas foram anotadas no quadro e os alunos depois copiaram no caderno.

Geografia – 2h
Cultura e ambiente - Bacias hidrográficas: dimensões e usos
O início da aula se deu com a atividade de roda de conversa, apresentando aos alunos imagens de rios de planície e de planalto, poluídos e não poluídos.
O desenvolvimento da leitura da paisagem possibilita ir ao encontro das necessidades do mundo contemporâneo no qual o apelo às imagens é constante. No processo de leitura, um aspecto fundamental é a aquisição de habilidades para ler diferentes tipos de imagens, tais como a fotografia, o cinema, os grafismos, as imagens da televisão e a própria observação a olho nu tomada de diferentes referenciais (angulares e de distância). (PCN. 1997)
Ao pedir para a turma apontar as principais características de cada uma das fotos, chamou a atenção para os aspectos de relevo - comentou que é ele que dá forma ao "chão" onde vivemos e ao leito do rio - e para os usos da terra e das águas - mostrou que tanto os processos naturais, como as chuvas, quanto os humanos, com o desmatamento e a descarga de esgoto, impactam toda a bacia.
 Agora, questionou a turma sobre os rios que passam pelo município ou pela região. As crianças atravessam pontes para ir à escola ou percorrem um caminho ao longo de um córrego ou rio? O terreno é plano ou têm subidas e descidas? As águas são limpas ou poluídas?
Para finalizar essa etapa, pediu que pesquisassem em livros didáticos, publicações locais e sites de onde vem a água do rio principal da região. É sempre a mesma água? Ou ele muda ao longo do ano?  (Tarefa de casa)

2 comentários:

  1. GOSTEI, MUITO INTERESSANTE E CONTRIBUIU BASTANTE PARA A MINHA PRÁTICA PEDAGÓGICA.

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  2. Obrigada, contribuiu muito com meu relatório, a maneira de me expressar, a citação de um autor. Parabéns!!!

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